Você está lendo o Diário de Iza.

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Este é um blog simples, criado por alguém que adora rabiscar na Internet.


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Racismo Estrutural

Nem eu compreendia o que era racismo estrutural, quando assisti ao vídeo de Sílvio Almeida, falando sobre racismo estrutural fui percebendo alguns coisas que, antes não percebia.
Ao menos, no Brasil, deveríamos fazer valer a ideia de que cor da pele não define quem é melhor ou pior.

Tentei, no Facebook, discutir sobre o assunto, mas não tenho uma boa articulação com as palavras escritas e nem tinha subsídios ou recursos para que as pessoas compreendessem que não se está falando do racismo de fato quando se fala no estrutural. O estrutural é diferente, pois é perpetuado quase sem que se perceba por negros e brancos.

Um amigo publicou o seguinte comentário na postagem que fiz lá:

O problema não é nem a pessoa ser "de bem", pois o racismo é estrutural e não tem a ver, necessariamente, com a perversidade ou bondade das pessoas, mas com as estruturas sociais e como as pessoas são moldadas por elas. No século XIX, até o movimento abolicionista se tornar importante, as pessoas "de bem" (e de benS) não se recusavam a ter escravos, mas tratavam eles "bem" (sem deixar de "corrigi-los", quando julgavam necessário, para "colocá-los no seu lugar"). Já os perversos torturavam brutalmente seus escravos sem nenhum escrúpulo. O que os "de bem" e os "do mal" tinham em comum era a sua aceitação "natural" do sistema escravista. Justamente porque era uma estrutura que era tida como "normal", inquestionável. É por isso que é importante o movimento negro e o combate ao racismo. Para DESNATURALIZAR a opressão tida como "normal"!
Eu conheci (e conheço) pessoas racistas que eram (são) muito boas. Tinham (têm) amigos negros, inclusive. Só que, por palavras e atitudes (nunca na frente dos negros, porque, afinal, eram - são - pessoas "de bem" e não queriam - querem - magoá-los ou tratá-los mal), se percebe que não veem os negros como iguais aos brancos. Tratar bem não significa tratar igual. Muitas pessoas tratam cães e gatos muito bem, mas não consideram cães e gatos seus iguais. Por isso, a importância de, no combate ao racismo, não confundir com uma mera atitude moral de "bem" e "mal". De pessoas "boas", o caminho do Inferno está cheio! É uma questão de afirmar a nossa essencial igualdade e a necessidade de afirmá-la constantemente, tomando as medidas necessárias para, na prática, compensar o povo negro pela diferença de tratamento e posição ESTRUTURAL da nossa sociedade. O que implica em falar sempre e muito sobre o racismo!
O comentário esclarece muito do que vem acontecendo e sobre o que sempre precisamos conversar.
Seria muito bom assistir também o que diz Sílvio Almeida no YouTube.

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Feliz primavera!

Uma publicação compartilhada por Izabel Brum (@brum.izabel) em
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Vamos resgatar os blogs de antigamente?

Por indicação de uma amiga no Facebook, estava lendo no blog da Elaine está postagem aqui.
Deu tanto ânimo continuar escrevendo por causa dessa postagem que li!

Que vontade deu de ler mais os blogs daqueles que escrevem com a alma na mão.
Vamos resgatar os blogs? Aqueles blogs de antigamente onde a primeira intenção é dizer ao mundo sobre as coisas que saem do coração?
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Barragem do arroio Chasqueiro

Ontem, os primos do meu marido nos convidaram para ir na chácara deles. A chácara fica às margens da barragem do arroio Chasqueiro.❤

No finalzinho da tarde fomos à beira da barragem para apreciar a paisagem. Foi possível porque estava muito baixa. A paisagem é magnífica. Pena que não deu para captar toda a beleza do lugar.

O pedacinho que está aparecendo no canto direito é da parte do bagageiro do carro que estava aberto.😊 
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Salve a Internet

Dia desses estava lendo um artigo que tem muito a ver com o que sinto quando se fala em Internet, hoje.
Eu nasci na Internet bem no meio da época dos blogueiros. Daqueles que procuravam coisas novas, ideias que escapassem do senso comum.
Quando a Redes Sociais surgiram fomos sendo meio que absorvidos pelas redes.

O Artigo está aqui caso queira ler. É muito extenso, mas vale a leitura.

Sou daquelas que navegam em busca do que foge ao senso comum,  e, me assusta o Grande Tribunal que virou as redes sociais principalmente no Brasil. 

Tenho tentado não reagir a nenhuma informação vinda da rede social. Geralmente quando as notícias chegam ali, chegam distorcidas. 
Laranjeira em flor aqui no pátio de casa
O bem tem que ser maior do que o mal. Senão, este não seria um mundo possível.

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Significado da palavra amizade e os padrões da sociedade

Sempre foi muito difícil para mim me adequar aos padrões estipulados pela sociedade. Um deles é sobre o significado de Amizade.

Para a maioria das pessoas, ser amigo ou amiga é estar sempre juntos, numa cumplicidade eterna e, muitas vezes, é quase como um casamento com a pessoa sem a parte do relacionamento sexual.

Para mim, amizade tem um sentido muito amplo. Tão amplo que basta que eu tenha me encontrado uma única vez com a pessoa e, nessa única vez, seja pessoalmente, através de blog, rede social, trabalho, enquanto estudante ou numa esquina da vida, tenha trocado palavras de solidariedade, experiências de vida ou estabelecido uma fraterna relação de afeto.

Talvez isso signifique um pouco de individualismo da minha parte. Principalmente o fato de não ser muito chegada a fazer visitas ou ser visitada pelas pessoas. Mas é uma forma de preservar a amizade. 

Somos como pequenos planetas dentro desse planeta Terra. Cada um de nós com sua individualidade e são bilhões de individualidades diferentes, então não dá para criar um conceito padrão e pedir que todo mundo se encaixe. 

Escrevo isso para dizer que quando chamo de amigo ou amiga é sobre o que eu penso que seja uma amizade e não como a sociedade determina.


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Estamos todos, em algum nível, adoecendo de ódio.

O texto abaixo, encontrei no Facebook e, é tão como sinto que resolvi reproduzir aqui.

Maria Gabriela Saldanha


Estamos todos, em algum nível, adoecendo de ódio. Nas redes, adoecemos com as notícias, adoecemos por escrito. Talvez só os memes guardem um determinado nível de sanidade. Precisamos redescobrir alguma literatura. Quem sabe deixar que o silêncio reencante as conversas, para reencantar os olhares, para reencantar abraços, gradativamente.

O Facebook é o lugar do ódio, o Sarahah é o lugar da covardia, o Instagram é o lugar da inveja, o Twitter é o lugar do deboche. Vivemos todas as emoções tóxicas possíveis sem que ninguém saia de casa. O mundo nos envenena no sofá.

Ninguém sabe se o caminho é sumir, se o caminho é lutar, se o caminho é fingir lutar porque essa é a moda que impera em meio às subjetividades. Estamos todos perdidos, afogados em opiniões, alimentando a demanda por informação, esperando o like, tentando fazer justiça, sonhando destruir o Congresso, sem desligar a mente, sem ouvir o coração. Traímos a nossa natureza, que está conosco todos os dias, atropelando nossas próprias necessidades para que nos enquadremos a todo custo nessa dinâmica de comunicação.

Talvez já sejamos quase integralmente máquinas. Como todas as máquinas, frias, desertas, de argumentos rígidos, com baixos sentimentos no refrão. Mas de repente nos ocorre um eclipse de surpresa, ou uma aula de dança no meio da rua, uma visita de amigos, uma ajuda incalculável, um convite para viajar, uma bebida, uma frase de amor, algo qualquer que nos mostre tanto que estamos doentes de tudo quanto que máquinas não adoecem. O que pode significar um lampejo de esperança. Só adoeceu aquilo que se encontrava suficientemente pulsante. Lembramos de como éramos para reescolher o que somos. O copo está meio cheio. Deletamos a noite, amanhã o dia é outro.
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