Olá! Como vai você?

Você está lendo o diário de Iza.


Muito obrigada por sua presença nesse blog. Talvez você queira saber mais sobre o que é escrito aquiConto para voce aqui...


É muito importante que você comente as postagens. Ficaria muito feliz!

  • Você comentando podemos trocar experiências
  • Posso aprender mais
  • E estabelecemos uma conversa saudável através dos comentários!)
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Feliz Ano Novo


Feliz Ano Novo para você que navega por aqui. Que o Universo inteirinho conspire a seu favor. Que você realize todos os anseios que, neste ano que passou, não teve oportunidade de realizar.
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Época de festas de fim de ano.



Época de festas de fim de ano. Época de observar a correria das pessoas.
Para onde elas vão? 

O que elas querem?
Do que elas tem medo?
Por que elas fogem?

Independente de religiões e apelos comerciais, é uma época ( acertada coletivamente ) de renovação espiritual para quem assim deseja renovar-se.

Para que esperar por datas para poder se renovar? A renovação pode acontecer toda vez que acordamos e de acordo com a velocidade com que as impressões do mundo chegam a nós.

Então, só observo a correria das pessoas. De uns para as festas, de outros para um refúgio.

Para onde as pessoas vão?
Não seria Natal, toda vez que o Sol nasce?
E a cada batida do nosso coração, não seria um momento de renovação?
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O segredo da vida


“O segredo da vida é ‘morrer antes que você morra’ – e descobrir que não existe morte.” 
 Eckhart Tolle em O poder do agora. Página 49
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Das crises de: ah, eu não quero ir.

Já foi pior, gente. Muito pior. Houve uma época em que eu não queria ir a nada. Vivia de casa para o trabalho. Do trabalho para casa.

Na quarta-feira tinha me dado outra crise de: ah, eu não quero ir. Era uma festinha de encerramento na Escola Estadual. A minha Escola Estadual é, para mim, um dos melhores lugares onde trabalhei. Mesmo assim me deu a crise.

E não fui.

Depois me arrependi. 

Arrependi-me de ter deixado a crise tomar conta. De não ter confraternizado com colegas tão queridos para mim. Jurei para mim mesma que não deixaria mais, que tal coisa acontecesse. 

No outro dia teve “juntamento” na casa de uma colega da Escola Municipal. Tal colega é muito divertida. Tinha me convidado para o juntamento. Não era de convidar todo mundo. Deixei minhas crises de lado e fui. Fui com uma amiga/colega e vizinha. Estava muito divertido. 

Volta e meia, na festinha, eu pensava no quanto eu perdi de momentos bons na vida, somente por conta das crises de: ah, eu não quero ir.
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Redes sociais é para socializar. Ou não?

Uso as redes sociais para me divertir. Enviar as postagens desse blog e socializar. 

Das redes a que mais tenho usado é o Facebook. Adoro escrever coisas por lá. Escrevo sempre de forma divertida. 

Sim, eu sou uma pessoa divertida. Daquelas que sempre encontra um motivo para sorrir, rir e brincar. E isso se estende ao Facebook. Volta e meia estou fazendo uma piadinha no Face. E enviando os posts do blog. Adoro que leiam meu blog. 

Não me acostumei, ainda, com o Twitter. Mas tudo é uma questão de tempo. 

Dia desses a minha filha me obrigou a comprar um celular mais avançado, para usar o Whatsapp. Gostei. É como um Messenger mais avançado. E tudo isso é muito divertido.
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Recebi um livro

A Carla é uma amiga que conheço há um bom tempo. Está entre aqueles amigos que, embora eu não conheça pessoalmente, conheço de coração. 

Dia desses recebi pelo correio o livro abaixo. 
O livro e o meu bilhete
O livro veio junto com um bilhetinho da Carla. E eu escrevi o meu para ela.
Está guardado para que eu possa ler descansada, nas férias.
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Constatações do dia - Relações interpessoais


Para de procurar as pessoas de quem tu gostas. 
Para por um tempo. 
Em seguida; observa quais foram as que te procuraram quando não estavas procurando mais. 
São essas que devem ser mantidas no teu caminho. 
Quem não te ama; não te merece.
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Do Lado Bom

O lado bom da vida é que a gente pode pintar os dias de uma forma diferente, se achamos que está tão igual.
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Este blog é sobre Amor

Neste semestre aconteceram coisas que me tiraram um pouco da paz interior. Fui ofendida e isto me deixou absolutamente fria com as pessoas. Sobre a ofensa eu falo mais adiante, numa próxima postagem.

O que eu quero dizer hoje é que criei este blog para falar mais, sobre amor do que guerra. Ou melhor. Criei o blog para defender a cultura da paz diante de qualquer fato. Prefiro falar das coisas simples da vida, embora eu seja uma pessoa bastante crítica quanto os mesmos fatos da vida.


Nos últimos tempos descobri que não adianta ficar levantando bandeira disso e daquilo, dessa ou daquela causa. Eu penso que o que funciona melhor é difundirmos a idéia, até que atinja o maior número de pessoas, de que: é melhor cultuar a paz do que promover a guerra. 

Para que temos que viver em guerra por questões de cor de pele? Orientação sexual? Opção política? 

Por que nos custa tanto simplesmente vivermos como irmãos?


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Das pessoas que nos fazem bem.

"Nunca temos chance ou ideia de dar boas vindas às pessoas que entram em nossas vidas. Quando percebemos já fazem parte do cotidiano, e algumas mudam completamente o seu modo de ser, e mesmo assim, não paramos pra dizer: obrigado por você cruzar meu caminho. 

Um dia, eles se vão. Alguns definitivamente! Mesmo assim continuamos em nosso mundinho e esquecemo-nos de dizer: ohhh, você foi importante para mim, mesmo que por um dia, uma hora, alguns minutos. Ninguém deixa de fazer diferença em nossas vidas, mesmo que pela cia de alguns instantes, um papo virtual, um copo de cerveja numa festa. Tenho a impressão que todos os que cruzam nosso caminho cumprem propósitos. Alguns exercem o papel destinado, outros apenas fazem bolhas de sabão que brilham na luz e explodem, desaparecendo."

O trecho acima foi escrito por Rafael Leoni no seu blog.


Lendo, lembrei de amigos que cruzaram a minha vida. Gente que jamais vou esquecer. Pessoas que me ajudaram muito a ser o que sou hoje.

E tem tanta gente que de uma forma ou de outra foi importante para mim, que eu, neste jeito meio retraído na hora de demonstrar sentimentos, deixei que se fossem sem dizer: obrigada por você cruzar meu caminho.
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Delicadezas

"Delicadeza é aquilo que nos alcança sem nos tocar. 
É a melodia que nos embala mesmo em silêncio. 
É quando a boca empresta um sorriso aos olhos 
sem que nenhuma cobrança seja feita 
e os sentidos se misturam 
sem que ninguém dispute o melhor espaço. 
Delicadeza é ter pensamentos e atitudes em harmonia. 
É atingir o outro sem que ninguém saia machucado. 
É quando você é seduzido por algo que vem de dentro é dividir ajuda e somar."
Fernanda Gaona



O escrito acima foi deixado por uma amiga na página do diário no Facebook.

Aproveitei e dediquei a meu marido que, hoje, completa 51 anos. Me disse que não queria festa, mas chegou aqui perguntando se não ia ter bolo para ele.

Estou redirecionado tudo o que gosto de escrever no Facebook, para este blog. Eu não consigo ler todo mundo por lá. Seria uma indelicadeza, interagir com uns e com outros não.

Então, vou usar a página para enviar os links do blog. Vamos ver no que vai dar.
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Apesar disso estamos, eu e ela, sempre procurando motivos para sorrir.

Gosto muito de falar sobre a minha vida aqui só para ver o que vai mudando no percurso.

Cheguei na Escola Municipal, ontem, depois de um noite exaustiva com minha filha que sofre de fibromialgia. Não disse nada para ninguém do que tinha acontecido na madrugada.  Quando ela está em crise é muito difícil para nós duas, pois poucos compreendem o que é essa doença e o quanto de dor a pessoa tem de suportar.
É melhor sorrir. Alegria gera saúde.
E as pessoas não compreendem porque estou sempre rindo e brincando. Tenho de ser assim. Tanto não posso passar para ela um estado de tristeza e angústia, quanto não posso passar para os que me rodeiam no trabalho, as aflições do meu dia. Todas as pessoas tem problemas e os meus não são maiores. 

Tenho procurado rezar sempre. Tanto pedindo conforto, quanto agradecendo as coisas boas que acontecem na minha vida.

E quando vou olhar para trás vejo que, apesar de tudo, muitas coisas boas estão acontecendo na minha vida.
Para as amigas Chica e Carla:
Muito obrigada pela presença de vocês, nos comentários dos textos anteriores. 

Bom dia, tarde, noite para você! 
 Deixe sua opinião! 
Opiniões construtivas são de grande valor.
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Tomara que passe logo este período eleitoral

Ansiosa para que acabe este período eleitoral. Não aguento mais tanto ódio circulando na Internet, disfarçado de campanha eleitoral.
Porque, no final das contas, todos eles, que pedem nosso voto hoje, não hesitarão de se abraçarem amanhã em nome da manutenção do poder. 

Eu não tenho partido político e acredito que "em tempo de guerra (como está sendo agora), a primeira vítima é a verdade". Haja vista as fotos manipuladas ( tanto de um lado como de outro) que circulam pela Internet na tentativa de influenciar nosso voto.

Eu quase voto nulo, mas sinto-me no dever de escolher alguém. O sistema político vigente no país não é o que gostaria que fosse. Não consigo me ver representada pelos candidatos que aí estão. Não gosto do sistema presidencialista de governo.

Fazer o quê?

Penso que o grande erro da maioria da população é não acompanhar, em período não eleitoral, as atuações de seus vereadores, deputados, senadores, governadores e presidentes. Daí chega no período da eleição a gente tem que decidir, quase sempre, meio que no escuro.

Bom dia, tarde, noite para você! 
 Deixe sua opinião! 
Opiniões construtivas são de grande valor.
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Vontade de Escrever


Preparem os preparativos (haha)
Estou voltando para cá.
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Pai, marido, casamento...


De acordo com minhas crenças individuais, penso que, devemos fazer tudo o que pudermos pelas pessoas, enquanto ainda estão vivas. Depois da morte não creio que não adianta mais fazer homenagens.

Meu pai faleceu há trinta e cinco anos. Dele ficaram as lembranças dos bons momentos e a certeza de que fiz, nos treze anos que convivi com ele, tudo o que poderia fazer para demonstrar o quanto o amava.

Hoje tenho dois homens na vida. Meu irmão e meu marido. E pensando no dia dos pais lembrei deles.

Estava, ontem, na casa do meu irmão quando depois da meia-noite de hoje vi meus sobrinhos renovando os votos de amor pelo pai deles. Isso me emocionou muito. Ver o carinho dos três filhos do meu irmão contagiou-me bastante.

Chegava em casa perto da uma da manhã e marido ( que está num vai e vem da chácara para casa - da casa para a cidade ) estava me esperando. Nos olhos dele percebi o quanto ele precisava de apoio da família. Tinha pensado em abrir mão de meu casamento, mas, resolvi que não.

Embora eu não compreenda o modo de agir dele e da família dele, penso que não devo desmanchar tudo o que criamos até o momento em nome de coisas que não compreendo.

Então, agradeci a ele por ter sido um bom pai para nossa filha e, apesar de não gostar de falar/dialogar ter sido um bom marido para mim. Não, eu não posso abandonar um homem que recentemente perdeu o Pai. Pai que, para ele, era a maior referência de hombridade e honestidade.

Ele tem, em termos de personalidade, os mesmos aspectos do pai que faleceu. Uma grande dificuldade de expressar sentimentos, mas isso não significa que não sinta nada. Sente, mas não expressa.

Houve um diálogo com ele:

E como tu estás? - perguntei a ele. 
A gente está bem, não está? - interrogou-me. 
Sim. Tudo aparenta que sim. - respondi sorrindo. 
Então, se estou bem contigo é o que importa. - disse-me provando seu Amor. 
E o sentimento de gratidão invadiu meu coração. Gratidão por ter junto a mim um ser com alma tão nobre.

Apesar de todos os defeitos ( defeitos que também tenho ) meu marido tem a alma nobre. E pela nobreza da alma dele devo apostar mais uma vez em nosso casamento.

Feliz dia dos Pais a todos os Pais ( e ou mães que se sentem pais ). E que os filhos não deixem para dizer o quanto amam seus pais, apenas nesse dia. Que seja um dia de renovação do Amor, dos filhos para com os Pais e dos Pais para com os filhos, todos os dias.
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As coisas boas da vida

Desde quando eu decidi viver somente as coisas boas da vida, me aproximar apenas de quem me faz feliz, as coisas foram mudando para mim.
Tenho prioridades. Objetivos que antes não tinha.

Quero voltar a estudar. Fazer especialização ou mestrado. 
Viajar. Sim, quero viajar. Eu que não gostava de viagens, agora, quero conhecer lugares diferentes.
Outra prioridade  é compartilhar nesse blog as coisas boas que estou vivendo.


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Minhas prioridades

Se eu não estiver mais por aqui ( não estou doente, mas sei que todo mundo morre ) meu marido tem o direito de virar pensionista. Ele sempre disse que não queria ser pensionista e que não gostaria de receber nada do governo. 

A questão é que minha filha ainda não está com a vida estruturada e ainda depende de mim. Caso eu não esteja mais por aqui não gostaria de deixá-la desamparada. Ela foi fundamental em todos os processos de reconstrução emocional que tive. Penso que, por causa da desestrutura emocional que tive, ela teve dificuldade para lutar por sua independência financeira. 

Até falei para meu marido que se caso eu morresse antes dele, ele procurasse ajudar minha filha que por ser maior de idade não teria direito a pensão. Ele falou que não ia querer pensão. Aquele blá, blá blá de te quero viva e tal.

Só que entendo isso da brevidade da vida e quero deixá-la segura. Ela é minha prioridade. O bem mais precioso que tenho. Nunca me deu trabalho algum. Sempre me ajudou a compreender a vida de outra forma. Depende financeiramente de mim. E é natural que os pais partam antes. Tomara que a minha partida se dê somente quando ela se encontrar estável financeiramente. Estou vendo a possibilidade de contratar um seguro de vida e deixar em nome dela.

Na semana que vem vou ao meu banco ver como faço isso do seguro. Penso que isso de ter seguro de vida é importante.
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E as coisas mudam


Depois que meu sogro faleceu, de repente e sem nunca ter estado doente, muita coisa mudou na minha vida. Se, antes, eu já tinha mudado muitos aspectos da minha personalidade por conta das intempéries que tive na Cidade Grande; agora,  tudo ficou diferente. E eu nem sei se ficou diferente ou fui eu que acordei para a realidade dos fatos.

Com a morte de meu sogro eu descobri ( sozinha, porque marido nunca me falou e se nega a falar comigo sobre a família dele ) que membros da família do meu marido me odeiam. Um dos que me odeiam chegou a me ligar dizendo-me coisas que nunca em minha vida tinha ouvido de ninguém. Não estou preocupada com o fato de me odiarem; ( pois a gente sabe que pessoas nos odeiam em silêncio ) fiquei surpresa. Por mais de vinte anos de casamento sentia-me acolhida naquela família. Ia às festas e me sentia dali. Sentia-me como filha de meus sogros, de tão bem tratada que tinha sido. Ele faleceu e com o falecimento dele eu também sofri muito, pois ele era muito legal comigo. Sentia-me como irmã de todos.

Esse sentimento de pertencer à família misturado com a incapacidade de meu marido de dialogar gerou um transtorno enorme. Quando percebi (nas frases que foram ditas: "quem és tu para dizer alguma coisa", aquilo lá não é teu") todo o rancor e ódio contidos numa única pessoa somente pelo fato de fazer algo que não foi pensado por mim, mas ajudar num desejo que meu marido falou ser ele e a mãe dele que queriam assim.

Foi um choque muito grande, confesso. E eu resolvi abrir mão de meu casamento. 

Sei que não sou bem vinda, no lugar onde meu marido está, e, onde não se é bem-vindo não se deve ir. Sei da dificuldade que ele tem de vir de onde ele está. Sei que ele escolheu cuidar do lugar preferido do pai e da mãe. Que os pais e os irmãos são bens maiores para ele. Sei o quanto ele gosta da mãe e de cada irmão e por isso jamais vou exigir que ele fique comigo.

Eu tenho uma qualidade que é reconstruir-me sempre. E comecei a replanejar toda a minha vida sem ele. Me disse que está feliz assim. Que quer ficar por lá e vir para a cidade quando puder. Perguntei diversas vezes a ele se queria a separação. Me disse que não, mas demonstrou por atitudes que o que mais importa é que eu o deixe em paz, preferencialmente que siga muda e calada. Penso que marido adoraria que eu fosse uma mulher muda ou completamente submissa.

Nestes mais de vinte anos eu tentei construir uma família para mim. Isso nunca aconteceu de verdade. Meu marido é uma pessoa legal. Não sei se ele é legal porque gosto dele ou ele é legal mesmo.  Não nos separamos porque ele não quis. Também não entendo porque ele não quis separar já que não participa muito da minha vida. 

O que ele não sabe é que ( em silêncio porque ele não gosta de dialogar ) eu já abri mão de meu casamento. Estou só observando e arrumando outras coisas para fazer que possam preencher meus momentos. Que fique claro que em caso de separação faço que nem minha mãe; sigo sozinha para sempre.

E o leitor poderá pensar que é somente uma fase. Que logo marido poderá estar mais junto comigo. Que as coisas vão se resolver e tal. Não. As coisas por mais de vinte anos estavam resolvidas, só me faltava enxergar. Tipo cair a ficha e tal.

Hoje ele ficou de aparecer por aqui. Disse que não precisava. Que poderia ficar à vontade onde está. Mesmo assim disse que viria. Será bem tratado pois é uma pessoa legal e diretamente nunca me fez nenhum mal, mas eu preciso seguir minha vida sem contar com ele. Preciso preservar minha dignidade.

Não estou chorando por isso. Quero o melhor para ele. E acredito que o melhor para ele é estar longe de mim. Talvez ( por ser conservador demais ) ele não tenha coragem de me dizer. Devo me preparar para quando ele me diga isso. E assim não será surpresa para mim.
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Um blog nunca morre


Um blog nunca morre. É como o jogo Tetris. Sempre vai existir alguma coisa para se dizer. As coisas a dizer não tem um fim.

Dia desses fiquei pensando no quanto eu vivi "em estado vegetativo" quando morava na cidade grande. E foi neste estado vegetativo, quase em coma social e isolada do mundo que criei o blog. Voltei para minha cidade e, não sinto mais necessidade de reclamar de nada na Internet. Sinto que tenho mais a agradecer.

No íntimo tudo o que eu queria, nesses quinze anos que estive longe era voltar para terra onde nasci.

Minha vida ficou normal. Os conflitos internos resolvidos. A ansiedade diminuída. A autoestima recuperada. As crises existenciais superadas. Não há mais a necessidade de reclamar ou dissertar sobre o comportamento humano. Minha vida agora é observar e brincar com as pessoas que me rodeiam.

Certo que agora vejo os conflitos sociais mais de perto. Eu trabalho com pessoas ( crianças e adultos ) em vulnerabilidade social e tive que aprender a não somatizar para não adoecer também. Por isso tento transformar o mundo em que vivo em um lugar menos azedo. É por isso que entro e saio do trabalho brincando. Entro e saio de casa brincando. Nem eu reconheço a pessoa depressiva e mal resolvida que eu era.

Na cidade grande as pessoas são muito individualistas. Eu fui individualista ao extremo. Tão individualista que os conflitos sociais passavam por mim e eu nem tomava conhecimento. Do que eu tomava conhecimento ficava perplexa. Agora o máximo que posso fazer e tentar resolver.

Não tenho muito tempo para escrever no blog, mas quando escrever vou dissertar muito mais sobre aspectos relacionados à minha profissão. Das coisas que observei nesses meus trinta anos de magistério.

Estou bem.

Bem por ter conseguido a tão sonhada paz interior. Eu poderia ter mergulhado na minha vida normal e deixado de escrever aqui. Mas daí pensei que a Luma, Chica, Carla, Leon, Dulce, Vinicius, Pandora, Dama, Dayane... (pessoas que conheço apenas do mundo virtual e acompanharam todo o meu histórico de depressão) iam gostar de ver que minha personalidade ficou estável. :)

E eu casei novamente. Com o mesmo marido. Havíamos perdidos as alianças ( ele perdeu a dele em e eu tirei a minha e perdi também - depois ficamos falando em comprar outra e não comprando por uns nove anos ) e no sábado compramos outro par. Coisa boa casar novamente com o mesmo marido depois de vinte e dois anos de casamento

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Minha mãe é assim



Minha mãe não sabe que eu tenho blog. Ela não sabe nem o que é blog.
A mesma mensagem que estou escrevendo aqui, escrevi no Facebook. Ela não tem Facebook mas adora ler lá, as mensagens que a gente escreve para ela.

É a mulher mais forte que eu conheço. Quisera eu pudesse ter um décimo da força que minha mãe tem. Ficou viúva aos 38 anos e nunca quis casar novamente. Decidiu viver apenas para os filhos e netos. 

Minha mãe é Guerreira. Atravessou tempestades de cabeça erguida. Muitas vezes eu notava que ela deixava de comer para poder repartir melhor o alimento entre seus cinco filhos... não comia para sobrar mais para a gente quando nós éramos muito pobres. 

Lutou incansavelmente para que seus cinco filhos fossem pessoas do bem e estudassem, e fizessem concursos, e passassem nos concursos para garantir uma vida melhor. Minha mãe sabia que esse era o caminho. 

Nos ensinou que a felicidade está nas coisinhas mais simples da vida. Tanto que todos nós temos orgulho de ter passado por muita dificuldade quando pequenos. Dificuldade que não nos fez menos felizes pois sentíamos o amor que ela tinha por nós. 

Minha mãe não acredita em depressão. Depressão ( para ela ) se cura indo lá na esquina e dando umas boas risadas. O que sinto por ela é tão forte que chega a doer. Se eu voltei para minha Terra natal foi muito mais para não te vê-la angustiada por eu ser a única filha que estava longe. 

Sempre que a encontro abraço forte. Abraço porque sei que a vida é um sopro. Um dia poderemos não nos ver mais. Se eu ficar quero sempre ficar com a certeza que a abracei muito e disse o quanto a amava. Se ela ficar quero que fique com a certeza que vivi intensamente e fui feliz nos vários pequenos instantes que estivemos juntas. 

Eu não sou muito boa em declarações de afeto. Escrevi isso pela manhã no Facebook e chorei. Quando fui abraça-la e dizer pessoalmente o quanto a amava, chorei. Ou melhor, quis chorar. 

Minha mãe me disse ( bem no estilo dela ) "nada de choro", "hoje é festa". Minha mãe não tem muita paciência com gente chorona.


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Ser Mãe não é bem assim...


Ser mãe está muito além de gerar e parir um filho. Sentir-se mãe é um estado de consciência que pode ser alcançado tanto por aquela que gestou e pariu quanto por aqueles ( homens ou mulheres ) que acolheram o ser em desenvolvimento. 
** 
Sem o espírito maternal vimos ( horrorizados) mães que matam, sufocam e torturam seus filhos. 
** 
Com o espírito maternal vimos homens ou mulheres que independente de terem gerado ou não; só desejam que seus filhos sejam livres, felizes e saudáveis. 
** 
Meus parabéns a todos que ( tendo ou não gerado um ser ) carregam dentro de si ( e aplicam ) entre filhos, alunos, sobrinhos... o espírito da maternidade.
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Até que ponto você confia nas pessoas doces e gentis?

Este blog funciona, também, para que eu conte coisas que não poderia contar para ninguém. Fatos que se contasse para as pessoas envolvidas, certamente, haveria uma comoção. Conto aqui, sem citar nomes, reverenciando apenas fatos.

Dia desses cruzei com uma pessoa considerada muito doce e gentil aqui na cidade. A pessoa sabendo que eu não poderia contar o que ela me dizia revelou-me o quanto despreza os próprios sogros. Tentou me mostrar uma imagem dos sogros que eu não conseguia visualizar. A conversa me fez mal e me fez mal não porque eu considerasse os sogros dela as melhores pessoas do mundo. Me fez mal porque era muita notícia ruim junto e ao mesmo tempo.

Silenciei e observei.

Observei que tal pessoa muito doce e gentil é adorada pela sogra e vive dando presentes para a mesma. Tratando-a com muito carinho e bajulação. Tratando os dois como se fossem seus pais e por trás "cravando a faca."

Por isso tenho medo das pessoas doces e gentis demais. Prefiro as pessoas cheias de defeitos e com a maioria deles bem visível.
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Em busca da sintonia certa

Olá! Como vai você?

Eu ando trabalhando muito e controlando ansiedades. Sinto que, espiritualmente, fez-me muito bem ter retornado para a minha cidade do interior. Aqui consigo ter uma visão mais ampla dos meus defeitos e dos defeitos dos outros. Visão que me permite sintonizar mais com alguns e observar outros. Na cidade grande as pessoas parecem todas iguais e daí não dá para saber o quão sinceras as pessoas podem ser.

Tenho controlado ansiedades. Não tenho entrado mais nas redes sociais. É claro que deu vontade. Deu vontade de mostrar um gatinho que apareceu aqui em casa, fazendo várias voltas em mim e, na sequência, me adotando. Sou desse gatinho agora e já estou comprando ração. 

Um fato que acho mais interessante ou angustiante, nesta Cidade pequena, é o fato das pessoas terem uma facilidade enorme de rotular umas as outras e acharem que podem pensar para a gente. Eu sempre tive para mim que a ideia que faço de uma pessoa ou outra é sempre o que consigo enxergar da pessoa. Eu não olho nenhuma pessoa com os olhos dos outros. Cada pessoa é para mim, aquilo que ela representa para mim.

Então, vivo aqui em busca da sintonia certa. Silenciando ( o que é difícil para alguém que, como eu, tem o dom da espontaneidade ) e observando.

  
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Sem medo de ser da Paz


Eu parto do princípio de que no mundo existe: 
Mais gente do bem do que ao contrário. 
Mais gente a procura da Luz do que gente procurando as trevas. 
Mais gente de bem com a vida do que gente amargurada. 
Mais gente espalhando amor do que espalhando ódio e rancor. 
Mais gente em busca da paz do que gente procurando guerra. 
Mais gente que compreendeu que a vida é curta demais para se desperdiçar com coisinhas pequenas do que gente que gosta de intrigas e maledicências. 
Mais gente que gosta de brincar e sorrir do que gente que gosta de ver o outro sofrer. 
E é a essa gente que procuro me juntar - andar de mãos dadas com quem promove a paz torna a vida mais intensa, alegre e saborosa.
***
Aos amigos que me leem aqui
Passei o feriado inteiro no campo com marido ( que mora lá ) e por isso ando atrasada com as visitas que gosto de fazer aos que possuem blog e gosto de ler.
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Que seja um dia bom. Seja onde/como for


Bom feriado para quem é só de feriado. Feliz Páscoa para quem gosta de ovos e chocolate. Boas celebrações para quem é de celebrações religiosas.

Tem espaço para todo mundo nesta vida e o que importa é estar em si. Seja onde/como for.
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Entre Kant e Hegel

Penso que estou participando do BookCrossing mais porque é Luma Rosa que promove do que pelo prazer em libertar livros. Sou muito de prender livros em casa e tenho dificuldade para deixá-los ir. Quando é um pedido de Luma fico pensando mais um pouco sobre o assunto.

Entre Kant e Hegel é um livro que sei não vou olhar mais. Sou professora de séries iniciais e também de filosofia do ensino médio e atualmente exerço a função de coordenadora. Não pretendo voltar a lecionar. Não pretendo nem fazer mais pesquisas na área filosófica. 

Como a filosofia é recheada de termos específicos e, tem uma linguagem de difícil entendimento para quem não está acostumado com os termos filosóficos, não poderia simplesmente abandonar o livro. Certamente não seria aproveitado e o levariam para o lixo reciclado.

Negociei uma doação através do Facebook
Recado que deixei com a foto no Facebook:
"Alguém está precisando desse livro? Eu não preciso mais e preciso repassar para participar de um projeto. Se a pessoa não for daqui eu mando pelo correio."


O primeiro que apareceu ( curtindo e comentando ) foi um professor universitário que demonstrou interesse no livro para doá-lo para uma aluna dele que estava fazendo pesquisas na sobre Kant. Acertamos ali mesmo ( no Facebook ) o envio do livro e o mesmo já foi doado. Dia desses o professor  enviou-me uma mensagem dizendo que a aluna tinha ficado contente e estava lendo.

No fim das contas nem senti remorso por ter doado ou apego ao livro ( pensei que ia querer de volta tamanho é meu apego às coisas que são minhas )

Fiquei feliz por fazer feliz alguém que estava precisando de um livro que tinha certeza não usaria mais. No fim a gente descobre que o bom da vida é ver que um ato que praticamos fez a diferença na vida de alguém.

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Só o Ser existe.


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Troco experiências de vida


Eu não tenho problema algum que as pessoas se metam na minha vida. E escrevo no blog para que as pessoas se metam mesmo e deem palpite. 

Muitas vezes, faço malabarismos para omitir nomes de pessoas que sei que tem verdadeiro pavor que saibam sobre a vida delas. Eu gosto que saibam da minha vida, que palpitem sobre o que penso. Troco experiências de vida. 

Meu cargo tanto no Governo Estadual, quanto no Governo Municipal é o de professora. Sou Licenciada em Filosofia. Atualmente exerço a função de Coordenadora de Turno nas duas escolas onde trabalho. No trabalho, fico longe do computador. Tenho que estar atenta ás ocorrências de cada turno. Cuidar para que a Escola funcione dentro da normalidade

Essa tarefa de Coordenação me permite acompanhar todo o funcionamento das duas Escolas onde trabalho. E tem sido de grande utilidade para mim. Tenho gostado muito do que faço. Sinto que funciono melhor fazendo isso do que estando em sala de aula. 

Já tive vinte e cinco anos em sala de aula. Tempo suficiente para me aposentar. Só não tenho idade ( 50 anos ) para isso. No meio da carreira ficava pensando em aposentadoria. Hoje nem penso tanto.

Daqui a pouco tenho reunião na Escola Municipal. Vamos reajustar o Regimento Escolar. Vou com prazer. Como é bom trabalhar onde a gente se sente bem. 

Concluo que foi muito bom ter retornado para a minha Cidadezinha do Interior.
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Você se importa que eu seja um desenho?

Nessa altura do campeonato todos os amigos blogueiros já conhecem meu rosto. Sabem que o fato de não querer aparecer com “a cara na web” não tem a ver não gostar do meu rosto. 

O querer não aparecer tem a ver com a essência do que escrevo. 

Minha mãe é uma das que não compreende isso. Quando lá no Facebook eu retirava a minha foto de perfil ela diz: “se fosse feia ia querer aparecer em foto”. Não tem a ver com ser feia ou bonita. 

Sei que tenho um rosto bem expressivo, apesar dos meu 48 anos. Um sorriso largo e contagiante característica da minha personalidade e modo de ser no cotidiano, mas as pessoas não compreendem que, para mim, enquanto olho minhas fotos do tipo “com a cara na web” mostro apenas meu exterior.

E é o dentro de mim que quero mostrar. Eu sou a essência do que escrevo. 

Vejo e identifico meus amigos blogueiros, não por fotos e sim pela essência do que escrevem. É a essência que eu capto não a foto. Fotos são expressões programadas e congeladas no tempo. Palavras dançam no tempo e marcam. 

Na vida virtual o que fica é o que se disse em um instante que se eternizou. Estou dizendo isso porque voltei a ser um desenho. Uma menina na janela, em todos os lugares da Internet. 

Faz diferença para você que, escrevendo na Internet, eu seja um desenho?

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Eu sofro de intensidade

Desde pequena eu sofro de intensidade. E vivo os momentos todos separados. Todos eles com muita intensidade. Um dia para mim corresponde à uma vida. 
Sou uma espécie de metamorfose. Absorvo intensamente o que me chega aos sentidos e reajo. Muitas vezes de forma impulsiva e drástica ( como a vez que disse que sairia, para sempre, das redes sociais ). Depois observo, reconsidero e retorno. Não tenho vergonha de mudar de ideia, já que de caráter, não mudo nunca. 
Antes, eu vivia explicando cada passo dessa minha metamorfose. Um dia descobri que não havia necessidade de explicação.


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Até que ponto a gente permite que sejam sinceros com a gente?

Dia desses (com minhas idas e vindas pelas redes sociais) uma menina disse, de modo muito carinhoso, que não queria me acompanhar mais e nem ler o meu blog, que estava cansada de me seguir, que não aguentava minhas idas e vindas. 

A mocinha (que conheço apenas do mundo virtual) até se desculpou temendo que eu ficasse magoada com o que ela disse. Respondi que não ficava magoada mesmo, que sinceridade e transparência é uma das coisas que mais admiro nas pessoas. 

Como eu poderia ficar magoada com alguém que, de forma educada, foi sincera comigo? Fiquei admirando a moça, mas como é do desejo dela, resolvi não acompanhá-la também. Gosto dela e por isso deixo-a livre. Eu realmente chateio com essas minhas trocas constantes de perfil na Internet. ( Nesse momento sinto vontade de voltar para as redes sociais e por isso só amigos me aguentam ali)

No cotidiano as pessoas já sabem. Comigo tem de falar o que é, sempre. Prefiro uma verdade bem dita do que “doces mentiras” para agradar. E até que ponto a gente permite que sejam sinceros com a gente? 

Eu permito e prefiro sinceridade e transparência sempre, mas na vida encontrei pessoas que se diziam não gostar de falsidade e aí quando foram sinceras com elas, “quase morreram” de mágoa. Não entendo!

Por essas e outras dizem que sou uma pessoa que sempre comete "sincericídeo", ou seja, sempre digo o que penso e exatamente como estou pensando e quando algumas pessoas não gostam do que digo se magoam.  
Isso que sou uma pessoa que tem um modo meigo de falar. Se eu fosse alguém que falasse de modo mais alterado iam querer minha cabeça, eu acho.
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Reencantamento do Mundo


Li, agora mesmo, neste blog aqui, um texto falando sobre o reencantamento do mundo e fiquei feliz por saber que existe muito mais pessoas em busca do que é bom, justo e belo; do que ao contrário. Isso me deixa feliz, pois, no cotidiano é sempre o que tento fazer. Mesmo quando estou na Escola onde tenho que ter sempre uma atitude bem firme com alunos e professores, procuro cultivar o lado bom. Procuro ser o mais humana possível. Procuro compreender e exigir na mesma medida.

Para tanto, não posso mesmo estar nas redes sociais. Só o Google+ que é uma rede essencialmente composta por blogueiros. Em termos virtuais e falando de encantamento só um blog salva. Não sei você, mas eu, em termos virtuais só consigo me encantar com blogs. Redes sociais desencantam-me e distorcem minha realidade.

A gente não precisa ir muito longe para fazer um mundo melhor. As pequenas ações diárias com as pessoas que estão próximas a nós possibilitam isso de reencantar o mundo.
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Redes sociais!

Ou eu odeio ou estou adquirindo pânico de redes sociais. Ontem, quando desativei minhas contas no Twitter e Facebook percebi a grande sensação de alívio que o desativar me trouxe. Eu não sei usar as redes sociais de forma correta. Não sei deixar quieto. Tenho que, sempre dizer algo e não consigo controlar meu pensamento crítico. Estar por lá ( com todas as idas e vindas ) estava me fazendo um mal terrível.

A satisfação de dizer que não estou mais na rede, é incrível. Eu odeio redes sociais. Odeio Facebook. Odeio Twitter.

Blog não. Blog está muito além de uma rede social. O prazer de escrever em blog é indescritível. No meu caso eu sei que aqui pouca gente lê e isso dá uma sensação de intimidade que as redes sociais não conseguem proporcionar. Em blog não há espaço para hipocrisia. 
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Resolvi voltar para cá.

Não quero nem saber. Não tenho vergonha de mudar de ideia. Resolvi voltar para cá. Foi aqui que conheci pessoas que hoje não me saem do coração!
Estou indo para o o segundo turno de trabalho. Tenho muito o que contar. Vamos botar os blogs para ferver.
Quem vem comigo?
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Brincando com a Chica

Eu adooooooro brincar.

Quando vi lá no Sementes da Chica, essa brincadeira aqui, fiquei doida para participar.

Clique aqui e participe também. :)


Minha Participação:


Sempre tive comichão por escrever na Internet.
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O que é um blog bom?

Na minha opinião um blog bom é apenas um blog que a gente gosta de ler. Este diário ( como está descrito ) é um lugar para escritos simples. Pelo prazer e vontade de dizer.


Nunca deixo o layout do mesmo jeito, mas gosto dos Layouts  simples do blogger.

Muitas vezes eu reclamo aqui e por isso fiz o borbolise, pois lá compartilho apenas o que acredito que faz bem.

Tem gente que gosta de layout bonito, mas como eu vou direto na mensagem escrita que a pessoa quer passar, não dou muita importância ao layout, pois muitas vezes leio apenas pelo agregador de feed.

Escrevo isso e vou me preparar para visitar alguns amigos blogueiros. Além de ser blogueira, também sou comentarista por prazer.

E você? O que gosta que um blog tenha? O que te faz não voltar mais?
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Que tal libertar um livro?

A Luma do Luz de Luma está com um projeto que se chama BookCrossing Blogueiro. O projeto já está na 8a edição.

Pode participar tanto quem é blogueiro quanto quem não é. Olha aqui como tudo está explicadinho.

Particularmente, eu sempre tive um certo apego aos livros que tenho. Certa ocasião eu doei um livro e depois fiquei desesperada para me encontrar com o livro novamente.

Mas, eu tenho um livro que tenho certeza que não vou precisar mais e estou pensando em doá-lo. Durante o evento vou anunciá-lo no Facebook.
O objetivo principal é fazer com que os livros não fiquem "mofando" nas estantes e percam a oportunidade de serem descobertos por outras pessoas.

Pensei também em falar com os professores do projeto "Mais Educação" das escolas onde trabalho e pedir que participem do evento. Neste caso, eles poderiam visitar as bibliotecas das Escolas e escolher livros de literatura Infanto-juvenil e apresentar aos alunos. Apresentar de forma que tenham interesse pela história e vivam o livro que antes ficava por muito tempo escondido nas bibliotecas.

Dá tempo para a gente pensar nas melhores formas de participar. Nos dias do evento, nos reunimos na página do Facebook ou nos blogs e contamos como foi que fizemos um livro esquecido ser lido.
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É Preciso Saber Viver



É Preciso Saber Viver - Titãs 

Quem espera que a vida 
Seja feita de ilusão 
Pode até ficar maluco 
Ou morrer na solidão 
É preciso ter cuidado 
Pra mais tarde não sofrer 
É preciso saber viver 

Toda pedra do caminho 
Você pode retirar 
Numa flor que tem espinhos 
Você pode se arranhar 
Se o bem e o mal existem 
Você pode escolher 
É preciso saber viver 

É preciso saber viver 
É preciso saber viver 
É preciso saber viver 
Saber viver, saber viver!
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Lugar Nenhum é...


Lugar Nenhum é uma maneira de ser/estar diante dos fatos da vida. Um jeito de observar o mundo sem estar patologicamente envolvida nos fatos do mundo.

Esta foi uma maneira que escolhi para sobreviver a mim mesma. Sobreviver, principalmente, a todo esse excesso de sensibilidade que tenho.

Se perguntarem o que sou ou onde estou, responderei sempre: sou de lugar nenhum, estou em lugar nenhum.
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Pequenas felicidades.

Talvez não exista felicidade plena. O que existe são felicidades pequenas.
A mensagem acima eu vi nessa página aqui.

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Carnaval no campo

Estou indo para #campanha. Vou ficar longe do carnaval. Quando retornar já vai ser trabalhando. Isso significa que não vou poder estar por aqui com a mesma frequência de antes.

Quando retornar quero falar sobre Lugar Nenhum. Lugar Nenhum é apenas um estado de ser/estar. Falo mais quando retornar.

Para você que está lendo o que escrevo aqui, desejo um bom descanso neste feriado. Ou boas festas.
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Presentes e sorrisos

Aí eu descobri que as pessoas que me conhecem preferem me ver sorrindo na Internet. Foi só eu colocar uma foto com sorriso e as pessoas chegaram dizendo que: "agora sim está melhor", "que essa era a pessoa que eles conheciam... "

Eu tenho uma grande capacidade para falar em público e estou sempre sorrindo. O sorriso já é uma característica minha. Se não estou sorrindo, as pessoas pensam que não sou eu.

O que as pessoas não sabem é que, na internet, não gosto muito de sorrir. Penso que é porque na Internet a sensação que dá é que se está sorrindo para todo mundo e eu não  fico sorrindo para todo mundo. Sorrio, apenas, para quem eu gosto.

Ontem, fui a cerimônia de abertura do ano letivo na minha cidade. Ganhei agenda e caneta. Fiquei tão faceira por ter ganho essas coisas, que fui lembrando que, sempre fico faceira quando ganho presentinhos simples.
Não sei porque a sensação de ganhar um presente simples é tão forte em mim. Talvez seja pelo valor emocional da coisa.

Na reunião, recebi um folheto sobre a coleta solidária do lixo e eu lembrando de que tem muitas vezes que não separo o lixo.
Fiquei com uma espécie de dor na consciência quando vi um caminhão de cada cor, passando aqui em casa. e eu com o lixo todo misturado para entregar. Hoje é dia de coleta. Separei o lixo bem direitinho. Vou dar esse presente para a cidade e ficar com a consciência limpa.
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Ainda sobre religiosidades



Estou recolhendo do Facebook tudo que disse e creio não deve estar lá. 

Estou evitando manifestar-me instantaneamente. No dia em que abordei o tema religiosidades, uma amiga parece não ter compreendido o que quis dizer. Comentou contra ateus e, eu quis, explicar o que eu havia dito. 

Queria era dizer, que não era contra ateus. Comentei o que segue, em resposta. 

Há que separar os verdadeiros ateus dos falsos. Os falsos não passam de desconstruídores de crenças alheias. Os falsos ateus são aqueles que não tem uma formação sólida daquilo que acreditam e precisam desconstruir a crença do outro. 

Também não consigo suportar os falsos religiosos que pensam ter o monopólio de deus e da religiosidade. Minha crença em deus difere do deus criado pelas religiões e por isso consigo compreender os ateus e compreendo perfeitamente quando dizem não acreditar em deus.

A minha crença em Deus convive perfeitamente com a não crença deles. A ponto de eu ter mais receio dos fanáticos religiosos do que dos ateus.
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Sobre salvamentos

Primeiro eles foram salvar o Afeganistão, depois foram salvar o Iraque. Estão dizendo que vão salvar a Venezuela. Eles salvam todo mundo. Eles são salvadores. O engraçado é que só salvam onde há petróleo. Não os vi salvando os países africanos, das guerrilhas e das mutilações.
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Ainda sobre o carnaval


Muitas pessoas indignadas porque a promotora daqui não permite barulho ( nas ruas ) depois das onze da noite. Aqui só tem barulho mesmo nesta época de carnaval. E o povo daqui só tem o carnaval para se divertir. Não seria o caso de se reunir uma comissão e pedir para conversar com a promotora. Eu ainda acredito no diálogo. Embora eu não curta carnaval, cresci aqui e sei o quanto as pessoas esperam este momento para se divertir. Nesta cidade não tem diversão.
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Afinidades

Coisa ruim quando uma pessoa amiga, que está longe, fica triste. Se está perto, pelo menos, se pode abraçar. Estando longe não tem muito o que fazer, além de procurar palavras que consolem.
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Religiosidades

Longe de mim defender ateus. Até mesmo porque não sou uma. Dia desses fiquei pensando que, muitas vezes, os religiosos no Brasil são tão fanáticos que me sinto como se estivesse entre os radicais do oriente. A expressão "aceita Jesus" difere da expressão "aceita Maomé"?
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