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Mostrando postagens de Agosto, 2014

Pai, marido, casamento...

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De acordo com minhas crenças individuais, penso que, devemos fazer tudo o que pudermos pelas pessoas, enquanto ainda estão vivas. Depois da morte não creio que não adianta mais fazer homenagens.
Meu pai faleceu há trinta e cinco anos. Dele ficaram as lembranças dos bons momentos e a certeza de que fiz, nos treze anos que convivi com ele, tudo o que poderia fazer para demonstrar o quanto o amava.

Hoje tenho dois homens na vida. Meu irmão e meu marido. E pensando no dia dos pais lembrei deles.
Estava, ontem, na casa do meu irmão quando depois da meia-noite de hoje vi meus sobrinhos renovando os votos de amor pelo pai deles. Isso me emocionou muito. Ver o carinho dos três filhos do meu irmão contagiou-me bastante.
Chegava em casa perto da uma da manhã e marido ( que está num vai e vem da chácara para casa - da casa para a cidade ) estava me esperando. Nos olhos dele percebi o quanto ele precisava de apoio da família. Tinha pensado em abrir mão de meu casamento, mas, resolvi que não.

Emb…

As coisas boas da vida

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Desde quando eu decidi viver somente as coisas boas da vida, me aproximar apenas de quem me faz feliz, as coisas foram mudando para mim. Tenho prioridades. Objetivos que antes não tinha.

Quero voltar a estudar. Fazer especialização ou mestrado.  Viajar. Sim, quero viajar. Eu que não gostava de viagens, agora, quero conhecer lugares diferentes. Outra prioridade  é compartilhar nesse blog as coisas boas que estou vivendo.

Minhas prioridades

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Se eu não estiver mais por aqui ( não estou doente, mas sei que todo mundo morre ) meu marido tem o direito de virar pensionista. Ele sempre disse que não queria ser pensionista e que não gostaria de receber nada do governo. 
A questão é que minha filha ainda não está com a vida estruturada e ainda depende de mim. Caso eu não esteja mais por aqui não gostaria de deixá-la desamparada. Ela foi fundamental em todos os processos de reconstrução emocional que tive. Penso que, por causa da desestrutura emocional que tive, ela teve dificuldade para lutar por sua independência financeira. 
Até falei para meu marido que se caso eu morresse antes dele, ele procurasse ajudar minha filha que por ser maior de idade não teria direito a pensão. Ele falou que não ia querer pensão. Aquele blá, blá blá de te quero viva e tal.
Só que entendo isso da brevidade da vida e quero deixá-la segura. Ela é minha prioridade. O bem mais precioso que tenho. Nunca me deu trabalho algum. Sempre me ajudou a compreend…

E as coisas mudam

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Depois que meu sogro faleceu, de repente e sem nunca ter estado doente, muita coisa mudou na minha vida. Se, antes, eu já tinha mudado muitos aspectos da minha personalidade por conta das intempéries que tive na Cidade Grande; agora,  tudo ficou diferente. E eu nem sei se ficou diferente ou fui eu que acordei para a realidade dos fatos.
Com a morte de meu sogro eu descobri ( sozinha, porque marido nunca me falou e se nega a falar comigo sobre a família dele ) que membros da família do meu marido me odeiam. Um dos que me odeiam chegou a me ligar dizendo-me coisas que nunca em minha vida tinha ouvido de ninguém. Não estou preocupada com o fato de me odiarem; ( pois a gente sabe que pessoas nos odeiam em silêncio ) fiquei surpresa. Por mais de vinte anos de casamento sentia-me acolhida naquela família. Ia às festas e me sentia dali. Sentia-me como filha de meus sogros, de tão bem tratada que tinha sido. Ele faleceu e com o falecimento dele eu também sofri muito, pois ele era muito lega…