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Mostrando postagens de Abril, 2015

Eu amo ser desenho na Internet

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Quando eu comecei com esse negócio de escrever em blog, essa foi uma das primeiras fotos de perfil, que usei. Eu amo ser desenho na Internet.  Sendo desenho, ninguém fica sabendo de que cor a gente é, que idade a gente tem. As pessoas que nos visitam, visitam por causa das ideias que a gente compartilha, e só. Estou aproveitando o período que o João está envolvido com as caixas de abelhas que ele cria para organizar meus perfis por aqui.
Quando penso nas coisas que escrevo aqui, penso que quero ser lembrada como uma menina na janela. Sinto-me tão bem assim.  Não sei porque fico trocando.

O medo que paralisa

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Deixei de fazer muita coisa na vida, por causa dos medos que tinha. Eu penso que, mesmo nas situações mais corriqueiras, o medo ( em maior ou menor escala ) está sempre presente. Uma das coisas que sempre tive medo era das relações interpessoais. Um medo paralisante de ter uma relação mais íntima com as pessoas. 
Por incrível que pareça só senti a vida como ela é, quando voltei a morar na minha cidade pequena. Antes, na cidade grande, eu criei uma espécie de "redoma de vidro" quando saia para o trabalho e não ficava sabendo de nada, nem do que pensavam de mim. Aqui, na cidade pequena, não tem como não ficar sabendo das coisas e foi aí que notei meu medo de aproximação das pessoas.
É incrível como, para muitos, é fácil se aproximar da gente com um sorriso e por trás falar mal. Por que não falam para a gente? Deve ser por causa do medo, também. O medo paralisa porque está por trás de todas as nossas ações e reações.

Nem todo mundo gosta de aparecer em foto.

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Nem todo mundo gosta de aparecer em fotos. Tem épocas que gosto e outras épocas que não gosto. Se estou fazendo pose, eu gosto. Se me pegam de surpresa, não gosto. O pior do aparecer em fotos é quando a gente vai numa reunião qualquer: de aniversário, de trabalho ou algo semelhante e, tiram fotos da gente nas piores posições possíveis. Logo depois, descarregam a câmera no Facebook.
Comigo aconteceu duas vezes, ou seja, duas vezes que eu vi. 
Na primeira vez que vi algo semelhante eu estava numa festa. Uma conhecida tirava fotos aleatórias dos parentes dela. Eu soube que os parentes dela ficaram furiosos por terem sido expostos ( no Facebook ) de tal forma, mas ninguém falou nada para essa minha conhecida.  Talvez ela nem saiba que ninguém gostou. Eu saí nas fotos dela também. Como não tenho intimidade com ela, também não falei nada. Sei, porque contaram, que detestaram que ela despejasse as fotos ali. Daqui para a frente, se em qualquer ocasião ( que eu esteja junto) ela pegar a câme…

Minutos de Sabedoria

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Na minha escola tem uma mesinha, na sala dos professores, onde fica um livrinho. O livrinho chama Minutos de Sabedoria. Todos os dias, pela manhã, vou ler o livrinho. Dentro dele tem ensinamentos que podemos usar para refletir durante o dia. Eu adoro ler o livrinho. Dele tirei duas passagens que copiei para cá.
"Cada pessoa está num grau diferente de evolução, num degrau diverso da grande subida. Ninguém possui a verdade total, porque a Verdade Absoluta e total é Deus, o Infinito. Nenhum ser finito pode conter o infinito. Busque a Verdade para si mesmo, mas não obrigue ninguém a pensar como você, tanto quanto não gosta que os outros lhe controlem o pensamento." "Contribua, com sua parcela, para tornar mais belo este mundo. Um pequenino gesto, uma ação insignificante, podem melhorar muito o ambiente em que nos encontramos, elevar o entusiasmo de quem está desanimado, reanimar aquele que está desiludido. Um simples aperto de mão confiante faz renascer, por vezes, a corag…

Namorar e ter namorado era algo muito feio.

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A professora disse para a mãe que a filha dela ( da mãe ) estava namorando. 
A guriazinha não tinha nem cinco anos e o namoro, com outro coleguinha da sala, era apenas de pegar na mão do coleguinha.
Eu não sei o que se passava na cabeça da guriazinha quando disse para a professora que já tinha namorado e que o namorado era o coleguinha de aula. Não sei a ideia que a guriazinha fazia do que seria um namoro.
Só o que sei é que a professora ouviu e, entusiasmada, pensando que a mãe não ia se importar, contou para a mãe num misto de euforia e vontade de fazer graça.
Ninguém compreendeu porque a mãe reagiu daquela forma, dizendo para a professora que não queria - de forma alguma - que a filha dela namorasse ou insinuasse estar namorando naquela idade. E ponto final, disse a mãe. Que a filha era dela e ela era quem sabia a idade certa para a filha pensar em namoro.
A professora só fez se calar. Afinal não tinha acontecido nada demais. O que poderia acontecer entre crianças que ainda nem te…