As dores do outro

Não quis ver nada sobre a última tragédia que abalou o País. 

Fico impressionada no quanto a mídia se aproveita dessas situações onde, controlando emoções, vendem o máximo de informação.

Nada que eu lesse ou fizesse daqui, onde moro, traria aquelas pessoas de volta. Nada confortaria o coração das pessoas que perderam seus parentes, conhecidos e ídolos da imprensa e futebol.

O máximo que eu posso fazer é, em silêncio,  rezar por eles. Rezar para que os seus familiares consigam acalmar seus corações para poder seguir vivendo.

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