Resolvi recomeçar do zero

Olá!
Resolvi recomeçar do zero. Então, fiz outro blog para a nova fase em que me encontro. 
Eu poderia recomeçar aqui, mas esse blog já não representa a pessoa que me tornei, depois de todo esse tempo de experiência.
Só não gostaria de ficar sem os que me lêem aqui.
Então, fica aqui um convite para que me visites e comentes no blog novo. Por favor, não me abandonem.

O novo endereço é: http://itsaberum.blogspot.com.br/

Racismo Estrutural

Nem eu compreendia o que era racismo estrutural, quando assisti ao vídeo de Sílvio Almeida, falando sobre racismo estrutural fui percebendo alguns coisas que, antes não percebia.
Ao menos, no Brasil, deveríamos fazer valer a ideia de que cor da pele não define quem é melhor ou pior.

Tentei, no Facebook, discutir sobre o assunto, mas não tenho uma boa articulação com as palavras escritas e nem tinha subsídios ou recursos para que as pessoas compreendessem que não se está falando do racismo de fato quando se fala no estrutural. O estrutural é diferente, pois é perpetuado quase sem que se perceba por negros e brancos.

Um amigo publicou o seguinte comentário na postagem que fiz lá:

O problema não é nem a pessoa ser "de bem", pois o racismo é estrutural e não tem a ver, necessariamente, com a perversidade ou bondade das pessoas, mas com as estruturas sociais e como as pessoas são moldadas por elas. No século XIX, até o movimento abolicionista se tornar importante, as pessoas "de bem" (e de benS) não se recusavam a ter escravos, mas tratavam eles "bem" (sem deixar de "corrigi-los", quando julgavam necessário, para "colocá-los no seu lugar"). Já os perversos torturavam brutalmente seus escravos sem nenhum escrúpulo. O que os "de bem" e os "do mal" tinham em comum era a sua aceitação "natural" do sistema escravista. Justamente porque era uma estrutura que era tida como "normal", inquestionável. É por isso que é importante o movimento negro e o combate ao racismo. Para DESNATURALIZAR a opressão tida como "normal"!
Eu conheci (e conheço) pessoas racistas que eram (são) muito boas. Tinham (têm) amigos negros, inclusive. Só que, por palavras e atitudes (nunca na frente dos negros, porque, afinal, eram - são - pessoas "de bem" e não queriam - querem - magoá-los ou tratá-los mal), se percebe que não veem os negros como iguais aos brancos. Tratar bem não significa tratar igual. Muitas pessoas tratam cães e gatos muito bem, mas não consideram cães e gatos seus iguais. Por isso, a importância de, no combate ao racismo, não confundir com uma mera atitude moral de "bem" e "mal". De pessoas "boas", o caminho do Inferno está cheio! É uma questão de afirmar a nossa essencial igualdade e a necessidade de afirmá-la constantemente, tomando as medidas necessárias para, na prática, compensar o povo negro pela diferença de tratamento e posição ESTRUTURAL da nossa sociedade. O que implica em falar sempre e muito sobre o racismo!
O comentário esclarece muito do que vem acontecendo e sobre o que sempre precisamos conversar.
Seria muito bom assistir também o que diz Sílvio Almeida no YouTube.

Vamos resgatar os blogs de antigamente?

Por indicação de uma amiga no Facebook, estava lendo no blog da Elaine está postagem aqui.
Deu tanto ânimo continuar escrevendo por causa dessa postagem que li!

Que vontade deu de ler mais os blogs daqueles que escrevem com a alma na mão.
Vamos resgatar os blogs? Aqueles blogs de antigamente onde a primeira intenção é dizer ao mundo sobre as coisas que saem do coração?

Barragem do arroio Chasqueiro

Ontem, os primos do meu marido nos convidaram para ir na chácara deles. A chácara fica às margens da barragem do arroio Chasqueiro.❤

No finalzinho da tarde fomos à beira da barragem para apreciar a paisagem. Foi possível porque estava muito baixa. A paisagem é magnífica. Pena que não deu para captar toda a beleza do lugar.

O pedacinho que está aparecendo no canto direito é da parte do bagageiro do carro que estava aberto.😊 

Salve a Internet

Dia desses estava lendo um artigo que tem muito a ver com o que sinto quando se fala em Internet, hoje.
Eu nasci na Internet bem no meio da época dos blogueiros. Daqueles que procuravam coisas novas, ideias que escapassem do senso comum.
Quando a Redes Sociais surgiram fomos sendo meio que absorvidos pelas redes.

O Artigo está aqui caso queira ler. É muito extenso, mas vale a leitura.

Sou daquelas que navegam em busca do que foge ao senso comum,  e, me assusta o Grande Tribunal que virou as redes sociais principalmente no Brasil. 

Tenho tentado não reagir a nenhuma informação vinda da rede social. Geralmente quando as notícias chegam ali, chegam distorcidas. 
Laranjeira em flor aqui no pátio de casa
O bem tem que ser maior do que o mal. Senão, este não seria um mundo possível.

Significado da palavra amizade e os padrões da sociedade

Sempre foi muito difícil para mim me adequar aos padrões estipulados pela sociedade. Um deles é sobre o significado de Amizade.

Para a maioria das pessoas, ser amigo ou amiga é estar sempre juntos, numa cumplicidade eterna e, muitas vezes, é quase como um casamento com a pessoa sem a parte do relacionamento sexual.

Para mim, amizade tem um sentido muito amplo. Tão amplo que basta que eu tenha me encontrado uma única vez com a pessoa e, nessa única vez, seja pessoalmente, através de blog, rede social, trabalho, enquanto estudante ou numa esquina da vida, tenha trocado palavras de solidariedade, experiências de vida ou estabelecido uma fraterna relação de afeto.

Talvez isso signifique um pouco de individualismo da minha parte. Principalmente o fato de não ser muito chegada a fazer visitas ou ser visitada pelas pessoas. Mas é uma forma de preservar a amizade. 

Somos como pequenos planetas dentro desse planeta Terra. Cada um de nós com sua individualidade e são bilhões de individualidades diferentes, então não dá para criar um conceito padrão e pedir que todo mundo se encaixe. 

Escrevo isso para dizer que quando chamo de amigo ou amiga é sobre o que eu penso que seja uma amizade e não como a sociedade determina.


Estamos todos, em algum nível, adoecendo de ódio.

O texto abaixo, encontrei no Facebook e, é tão como sinto que resolvi reproduzir aqui.

Maria Gabriela Saldanha


Estamos todos, em algum nível, adoecendo de ódio. Nas redes, adoecemos com as notícias, adoecemos por escrito. Talvez só os memes guardem um determinado nível de sanidade. Precisamos redescobrir alguma literatura. Quem sabe deixar que o silêncio reencante as conversas, para reencantar os olhares, para reencantar abraços, gradativamente.

O Facebook é o lugar do ódio, o Sarahah é o lugar da covardia, o Instagram é o lugar da inveja, o Twitter é o lugar do deboche. Vivemos todas as emoções tóxicas possíveis sem que ninguém saia de casa. O mundo nos envenena no sofá.

Ninguém sabe se o caminho é sumir, se o caminho é lutar, se o caminho é fingir lutar porque essa é a moda que impera em meio às subjetividades. Estamos todos perdidos, afogados em opiniões, alimentando a demanda por informação, esperando o like, tentando fazer justiça, sonhando destruir o Congresso, sem desligar a mente, sem ouvir o coração. Traímos a nossa natureza, que está conosco todos os dias, atropelando nossas próprias necessidades para que nos enquadremos a todo custo nessa dinâmica de comunicação.

Talvez já sejamos quase integralmente máquinas. Como todas as máquinas, frias, desertas, de argumentos rígidos, com baixos sentimentos no refrão. Mas de repente nos ocorre um eclipse de surpresa, ou uma aula de dança no meio da rua, uma visita de amigos, uma ajuda incalculável, um convite para viajar, uma bebida, uma frase de amor, algo qualquer que nos mostre tanto que estamos doentes de tudo quanto que máquinas não adoecem. O que pode significar um lampejo de esperança. Só adoeceu aquilo que se encontrava suficientemente pulsante. Lembramos de como éramos para reescolher o que somos. O copo está meio cheio. Deletamos a noite, amanhã o dia é outro.

Choque de realidade

Um blog não é uma rede social mas, quando se quer escrever de um modo mais profundo o blog sempre é uma das melhores opções.

Milhares de vezes já pensei em acabar com o blog. Viver apenas e não escrever mais. Nesses dias descobri que: ou eu falo ou eu escrevo e se não puder fazer nenhuma das duas coisas, me sufoco e enlouqueço.

Gosto das coisas muito bem explicadas e em tudo fico procurando uma certa lógica. Daí não consigo conviver com aquilo que é artificial.

O que tem me tirado o sono é essa sensação de injustiça e impunidade que reina em nosso país. O pior é que me parece que cada um tem uma visão diferente do que rola por aqui.

Eu gostaria tanto de ler as notícias assim como elas são, sem ninguém inventando para se encaixar na forma como pensam? O jornalismo não teria que ser isento é imparcial? Existe algum jornalista imparcial?

A mim parece que todos estão maquiando a verdade.


Sobre borbolisas e como navegam pelo mundo...

São três da  manhã. Estou muito inquieta. O que acontece no País me aflige e desespera. Sinto que não tenho condições de falar sobre o assunto política, na Internet.

Gosto muito de falar sobre o política, mas não aguento as baixarias, as mentiras, as falsas notícias... o desespero para salvarem-se uns e outros; a guerra pelos projetos de poder...

Não está nada bem. A insegurança no Brasil é enorme. Tenho muito medo que surja uma grande guerra civil do tipo: os anti-isso contra os anti-aquilo.


Borbolisas navegam por aí pregando a paz, não a guerra.


Dia desses, eu que nem tenho religião e observo as religiões como rituais sagrados para as pessoas que a praticam, me peguei olhando um folhetinho com a imagem dessa santa que estava em cima da mesa.
Na hora deu uma vontade de pedir a ela que nos ajudasse, aqui neste país, para que a tranquilidade se estabeleça e a gente não venha a sofrer ainda mais com essa confusão toda nas instituições da República.

Entre nós, já não nos entendemos mais. Cada um falamos uma língua diferente no que se refere a análise dos fatos.
E tudo isso é muito sério.

Eu só penso nas outras borbolisas que navegam por aí e como se sentem com tudo isso acontecendo.

Primeira postagem pelo celular

São seis da manhã, estou aqui tentando, pela primeira vez, escrever no blogger pelo celular.
Se der certo, a postagem direto do celular,  as mensagens aqui, serão muito mais espontâneas.
Não dormi muito bem nessa noite.
Primeiro, deitei espirrando e acordei com a garganta irritada.
Segundo, fiquei inquieta, pois, antes de dormir, soube que nossa cidade não está mais tão calma quanto antes. Agora, é preciso trancar as portas cedo. Antes, até de janela aberta se dormia.
Eu me sinto um pouco cansada. 
Cansada de tentar interpretar esse mundo. Me parece que ninguém se entende mais e que todos queremos que nossa opinião prevaleça. 
Tem vezes em que me dá vontade de simplesmente ignorar toda e qualquer notícia. Viver numa espécie de Mundo das Maravilhas - Paralelo.

Depois volto aqui. 
Vou fazer um chá com limão para ver se curo esse resfriado. É que esfriou muito aqui no RS.
Eu resolvi continuar com o mesmo avatar. Esse avatar tem muito a ver comigo.
O blogger melhorou muito o painel de postagens pelo celular. Gostei muito da facilidade para organizar as coisas, direto no painel.

Sobre o imediatismo

Tenho me tornado imediatista. Notei isso por causa da fila de livros que comprei ou ganhei e ainda não consegui ler.

Penso que foi a Internet que me deixou assim: imediatista. Leio um pouco aqui, outro tanto ali e já abandono. Nem o livro, Nascidos na Era Digital, que havia programado para ler, consegui terminar.

Eu amava ler e, passava lendo tudo o que chegava nas minhas mãos, mas a faculdade, e as leituras obrigatórias em Filosofia, me deixaram um pouco cansada de leituras longas.

Nunca vamos conseguir ler todos os livros do mundo, então, o melhor seria passar a vida, mais contemplando, do que lendo tudo o que se vê.
A imagem acima foi de um dia em que eu, João e minha sogra, passamos uma tarde na chacrinha dela. Só na contemplação da natureza. 

Sobre estar no Facebook

Volta e meia falo sobre Facebook aqui no blog.

É que tenho um conflito muito grande com o estar nas redes sociais. Eu gosto de estar, mas num determinado momento, momento em que eu não sabia como começava, ia lá e desativava as minhas contas.

Depois disso, imediatamente criava outra e não entendia porque estava acontecendo aquilo com minha psicologia.

Ontem eu conversei com uma pessoa amiga e ela me ajudou a identificar porque eu fazia essas trocas de perfil.

Prometi a ela que toda vez em que estivesse pensando em desativar minha conta ia conversar com ela e tomaríamos a decisão juntas.

Nunca tinha conversado ( profundamente ) com ninguém sobre isso.
A sensação que  tenho ( quando troco de perfil ) é como o peixinho do aquário. Tentando pular para outro aquário com tudo novinho. 



Amigos Virtuais

Peguei, na biblioteca da Escola, para ler neste feriado, o livro Nascidos na Era Digital.
Nasci antes desse período, mas, lendo as primeiras páginas, fiquei sabendo quando os blogs começaram a aparecer.  Apesar da fila enorme de livros que tenho para ler, esta é uma leitura que me agrada e da qual tenho curiosidade de saber mais.

Lendo, lembrei dos amigos virtuais e, de uma pessoa, que há quase dois anos está afastada da blogosfera. A última postagem dela foi essa. Desde lá, não se sabe muito bem o que aconteceu.

Eu gostava muito de ler o Luz de Luma porque traduzia melhor do que eu mesma, as coisas que sentia. Constantemente me encaixava nas postagens dela e na forma como ela pensava.

Abaixo um trecho do que ela escreveu em Amigos Virtuais:
"É muito triste quando um blogue deixa de existir, mais ainda quando é o blogueiro que parte dessa vida - Nesse momento, imagino que muitos estão se lembrando dos amigos virtuais que perdemos e que soubemos de seus falecimentos. Também de outros que somem, não deixam recado ou não se previnem para quando acontece o pior." 
Outro trecho da mesma postagem:
"O mais engraçado é que lembro-me dos meus amigos virtuais como se eles fossem reais. É algo muito estranho, porque muitas vezes sabemos mais da pessoa lendo ela, do que de pessoas que são "reais", mas que não se abrem em conversas mais profundas. São os velhos "conhecidos", aquelas pessoas que passam por nós todos os dias e mantemos conversas superficiais. São pessoas que a gente vê mas não enxerga por dentro. Na blogosfera é diferente; por aqui encontramos almas que se mostram e se há identificação, queremos colar a nossa alma na dela."
Hoje, percebo que, as redes sociais "engoliram" muitos dos blogueiros que blogavam com  alma. E fico pensando se a era dos blogs está passando...  A gente pode sentir isso pelos comentários. Antes, todo mundo comentava todo mundo.  Hoje não é mais assim... 


O Sentido da Bonequinha na Janela

No fim de semana viajamos para Piratini,
Fomos conversando, entre várias coisas, sobre o fato de eu ter um blog.

Na verdade, eu fui falando a viagem inteira e João ( de pouca conversa ) só na base do sim e não.
Nós nunca tínhamos conversado sobre isso. Não sabia se ele já tinha visto o diário.


Pedi para ele parar porque queria mostrar no blog o pontilhão que a gente tinha que passar.


Que medo de passar aqui. Um desses pontilhões está quase caindo...
Eu: Tu já viste meu blog?

Ele: Acho que sim.

Eu: É o Diário de Iza...

Ele: O da bonequinha na janela?

Eu: Sim. Sabes o sentido da bonequinha na janela?

Ele: Não.

Eu: A bonequinha é meu corpo de expressão no mundo virtual. Através dela escrevo apenas com a aima, desprovida de corpo. É como estar na Janela, conversando com pessoas que passam na minha calçada virtual.

Ele: Para quem gosta de conversar, como tu, deve ser legal.

Uma linda flor

Sempre quando vamos a Piratini, encontro essa linda flor.
Disseram-me, os que moram lá, que a planta já foi mais florida...
Está perto de outras plantas mais altas...
Não sabia qual era o nome dela. Esqueci de perguntar para o pessoal da casa.
Daí postei a foto na rede sociai e as pessoas me disseram que é:  "primavera ou buganvília púrpura"

Um encanto de flor!   

Alegrias do Mundo

Tenho comigo que não é que o mundo esteja tão pior do que era antes. 

É que agora, com tanto acesso às informações, ficamos sabendo de coisas que, antes, a pessoa morria e nem ficava sabendo da metade das coisas que aconteciam no mundo.

Penso que tenho fugido da proposta desse blog. 

Aqui, gostaria de registrar, na maior parte das vezes, as coisas belas do mundo. 

Nunca quis ser, tanto aqui, quando no cotidiano, uma disseminadora de más notícias. 

Prefiro ser uma das responsáveis por disseminar as alegrias do mundo.

A foto que ilustra essa postagem, encontrei aqui

Tem como não ser alegre num lugar tão lindo quanto esse?

Fico imaginando como seriam as pessoas que moram aqui...

Para espalhar flores e cores por onde se mora, só pode ser uma comunidade muito feliz.

Tomara que eu não esteja errada.

Inquietudes

Vocês não sentem uma angústia quando passam muito tempo no Facebook?

Eu acordo bem, de bem com a vida, dando bom dia pras plantas e para minha cadelinha...
Daí eu abro o Facebook, fico mais de uma hora e me dá um aperto, uma angústia, um sei lá o quê...

Eu não sei o que fazer com as informações. Absorvo tudo.

Resolvi desativar o Facebook.  Desativei neste momento.

E a primeira sensação foi de liberdade. Depois eu conto mais sobre as vantagens de não estar nas redes sociais.

...😶

Quem decide o que se lê no Facebook?

O texto é de dois mil e quinze, mas vale apena ler porque a partir dele podemos ver como as coisas pioraram de lá para cá, dentro daquela rede social.

O Ano Zero, um site que eu gosto muito de ler, publicou um dia desses sobre como "Não podemos ficar parados vendo o Facebook destruir a Internet". No primeiro momento concordei com o texto e até pensei em ser uma das que ficariam para ajudar a lutar contra as notícias falsas. Mas não aguentei.

É muito difícil ficar lendo tanta informação que não tem nada a ver com o que se pensa ou o que se quer ler. 

Quem decide o que a gente lê por lá é sempre o Facebook. E enquanto estivermos lá serão os algoritmos  os que vão decidir o que se lê. E como diz o texto do medium, o Facebook não quer fortalecer relação nenhuma com pessoas queridas; ele só quer que sejamos cada vez mais dependentes dele.

O que nos prende ao Facebook?

Confesso que, para mim, o que me prende é a facilidade com que a gente pode dizer coisas e as pessoas começarem uma interação imediata. Aqui no blog, muitos leem, mas poucos  ( só a Chica que não me abandona 💗 ) comentam de modo que se possa iniciar uma conversa.

O que te prende ao Facebook?

Felicidade

Felicidade
Quanto mais restrito o nosso círculo de visão, ação e contacto, tanto mais felizes seremos; e, quanto mais amplo, tanto mais frequentemente nos sentiremos atormentados ou angustiados, pois, com essa ampliação, multiplicam-se e aumentam as preocupações, os desejos e os temores.
Aforismos sobre a Sabedoria da Vida 

Arthur Schopenhauer

Sobre o que se lê no Facebook

Gosto muito de fazer listas de coisas. Hoje, vou listar dez coisas que curto ler no Facebook e dez coisas que pulo sem ler


Minha lista de coisas ficou assim: 

Gosto de ler no Facebook. 

1 Fotos de paisagens 
2 Histórias antigas 
3 Manifestações políticas sadias onde todos conversam sem agressão. 
4 Opiniões imparciais sobre os fatos. 
5 Pessoas felizes por alguma conquista.
6 Novidades, curiosidades sobre diversos fatos. 
7 Saber que amigos que não vejo há muito tempo estão bem e felizes 
8 Pessoas desaparecidas sendo encontradas vivas por causa do Facebook 
9 Pessoas que escrevem bastante em seus murais, filosofando sobre a vida. 
10 Experiências de vida onde se pode tirar uma lição para a vida da gente. 

Coisas que eu pulo sem ler 

1 Fotos de gente ou animais estraçalhados. 
2 Lavação de roupa suja. 
3 Todo tipo de agressividade. 
4 Compartilhamento de notícias falsas. 
5 Compartilhamento de fotos de supostos agressores, porque pode ser mentira. 
6 Indiretas. Seja lá para quem for. 
7 Coisas sobre Igrejas, já que não tenho nenhuma igreja. Penso que a religiosidade é particular de cada um, assim como o ato sexual. 
8 Gente que acha que somente a sua opinião é a verdadeira e que possui a medida de todas as coisas. 9 Notícias sobre tragédias, porque não vou conseguir fazer nada lendo sobre. 
10 Fanatismo de qualquer tipo. 

E você? O que teria na sua lista?

Veja os novos modelos do blogger

Blogger, eu te amo! Te amo há dez anos.💓

Tinha levantado meio triste, hoje. Com aquela vontade de sair de vez da Internet. 
Tantas coisas ruins acontecendo e eu não queria ficar sabendo de nada. Já me bastava as atribulações da vida normal. 

Não queria encher meu espírito com coisas que aconteciam longe de mim. E coisas que não poderia ajudar, somente me entristecer pelas pessoas.

Daí eu abro o blogger, para deixá-lo invisível. Invisível, para que não precisasse mais, me preocupar com ele. Depois eu ia cancelar as contas nas redes sociais...


E no que abro o blogger, a surpresa: "Conheça os novos modelos do blogger."

E nem é preciso dizer que me senti motivada para continuar com o blogger e com as reflexões na Internet. 

Logo eu que amo trocar o layout por um novo, a cada semana. 😊

Eu sempre amei o blogger. Embora tenha experimentado todas as outras plataformas para blogagem, o blogspot nunca saiu do meu coração. 💘


Da felicidade

No último fim de semana fui visitar uns parentes na zona rural de Piratini. Uma hora e meia de asfalto e mais uma hora e quinze de estrada de chão com terreno todo acidentado.

Tirei várias fotos da paisagem e uma delas me lembrou da Chica, que adora flores.
Flores para a Chica
As outras fotos, guardei num álbum para imprimir. Não coloquei nenhuma delas no Facebook. A frase do título ilustra o que senti quando cheguei em casa e fui conferir o Facebook. Lendo as postagens comecei a sentir muita tristeza e percebi o quanto o Facebook suga nossa energia vital.

Não é preciso deletar a conta. Dá para deixar lá como forma de não perder o contato com pessoas que nos são caras, mas dá para abandonar e ser muito feliz sem conferir as postagem na rede social.

Abaixo, deixo o link de algumas coisas que li sobre o facebook e que fazem pensar:

Uma dessas bonecas abayomi


Quando fiz 50 anos, ganhei da minha filha uma dessas bonecas abayomi ( que as mães produziam nos navios negreiros para acalmar as crianças naquela viagem infernal)

Ela fez a boneca da barra do vestido dela e me deu, enquanto contava a história para mim. 

Naquele dia eu ( que sou dura na queda para o choro ) chorei muito. 
Chorei pelo significado do presente. 
Chorei por ter me colocado no lugar de todas aquelas mães desesperadas para confortar seus filhos. Chorei por saber que coloquei no mundo uma pessoa com valores tão nobres. 
Naquele dia, minha parte emocional quase derruba minha fama de durona. 💞 💞

Facebook - usando bem; que mal tem?

Eu penso que o segredo para não enjoar do Facebook é usá-lo por muito pouco tempo. De modo que ele não seja o centro de nossas vidas, mas, apenas mais uma ferramenta de comunicação.

O Poder da Oração


Como exerço minha religiosidade é algo muito particular para mim. Embora não pertença a nenhuma religião, tenho em mim, todas as religiões do mundo. Todas as que me levem a ser uma pessoa melhor, para mim, e para os que me cercam.

Desde muito nova sentia, que não havia necessidade de estar dentro de um templo, para exercer minha religiosidade. Meu templo é meu Universo, Interior e Exterior. Somente estando fora, dos templos criados pelo homem, consigo ser livre. Livre para compreender, tolerar, perdoar ( o que estou conseguindo há pouco tempo).

Tem um tempo que compreendi o poder da oração.

E não precisa ser a oração inventada pelo homem. Oração que tem poder é aquela em que a gente conversa em silêncio, olhando para dentro do nosso ser. Uma conversa simples. 

Em todas as fases muito ruins da minha vida, notei, que jamais olhava para meu interior em forma de oração, para que as coisas melhorassem. Quando comecei a olhar\pedir\rezar\agradecer, as coisas foram mudando, melhorando.

Mesmo que eu não fale sobre religiosidades nas redes sociais ( e também não fico falando em público porque se torna chato ) em todos os meus atos procuro me ligar ao que há de mais divino.

A Oração (simples e voltada para o nosso íntimo ) exerce um poder enorme em nossas vidas, Assim como a gratidão, o amor e a tolerância.


Olhar a vida e a Internet como um filme que passa

Eu acordei pensando: se a gente olha a vida como um filme que passa, com a Internet deveria ser a mesma coisa.


Quando você olha para uma árvore


Quando você olha para uma árvore e percebe a calma da árvore, você também se acalma. Você se conecta a árvore num nível muito profundo. Você sente uma unidade com tudo que percebe na calma e através dela. Sentir a sua unidade com todas as coisas é amor. 

Eckhart Tolle